“Aquele que salva uma vida, salva todo o mundo.”
O filme mostrou como Schindler usava suas habilidades e como enrolou os nazistas salvando várias pessoas das câmaras de gás durante a III Reich, porém Schindler não era oponente ao nazismo tanto que quando a guerra acabou foi perseguido e sua vida se tornou precária.
Spielberg vez este filme extraordinariamente bem fazendo com que o nome de Schindler seja lembrado na história.
Steven Spielberg em 1982, passou ter interesse na Lista de Schindler, quando o livro de Thomas Keneally, Schindler’s Ark (A Arca de Schindler) foi publicado e bem recebida pelos críticos. O que fez Spielberg mergulhar nesse drama não foi apenas à história – os episódios das vidas de personagens reais que pareciam inacreditáveis - mas às evidentes experiências individuais das pessoas, dando um certo apoio emocional ao leitor para as atrocidades que aconteceram no Holocausto.
Começaram a gravar A Lista de Schindler na Cracóvia uma das poucas cidades polonesas que conseguiu resistir à destruição da II Guerra Mundial e que em 1998 foi listada pela UNESCO como uma das maiores cidades históricas do mundo. “Nos tivemos um tremendo set de filmagem com a própria Cracóvia,” explicou o produtor Gerald R. Molen.
As filmagens começaram no dia 01 de março de 1993, uma das mais audaciosas produções já filmadas na Polônia. A equipe de grande quantidade polonesa foi completada por trabalhadores da Inglaterra, Croácia, Áustria, Alemanha, Canadá, Israel e Estados Unidos, incluindo muitos poloneses - americanos.
“É uma maravilhosa peça da história. Nós usamos a cidade de maneiras diversas: as ruas, os prédios e a ambientação.” O produtor.
A produção também usou muitas locações originais, incluindo a velha fábrica de Schindler e o elegante apartamento em que ele viveu durante sua permanência na Cracóvia. Ambos edifícios continuam quase exatamente como eram 50 anos atrás.Também usou muitas locações renomadas na cidade e seus arredores: a Igreja de St. Mary, do século 14, a mais importante da Cracóvia; a Rynek Glowny, uma das maiores e significativas praças da Europa; a estação de trem Krakow Glowny; muitas ruas e edifícios em Stare miastro (Cidade Velha); e a fantástica cidade de Niepolomice, que se passou por Brinnlitz. O cenógrafo Allan Starski também construiu uma réplica do campo de concentração Plaszow, um dos maiores sets já erguidos na Polônia. Os cenários foram construídos usando plantas originais do campo.
O trabalho foi tão intenso e além disso, eles ergueram 34 galpões e sete torres de observação e também recriaram a rua dentro do campo que foi pavimentada com pedras de túmulos de judeus. Starski disse, “Nós construímos Plaszow para ser o mais realista possível. A locação foi construída totalmente, assim Spielberg podia filmar de qualquer ângulo, cada canto.”
A produção também passou dois dias filmando fora das cercas de Auschwitz-Birkenau, onde uma cena marcante dos prisioneiros deixando o trem e entrando no campo foi produzida. O campo que fica na cidade industrial de Oswiecim, o permanece hoje como um memorial dos milhões assassinados pelos nazistas.
Contexto Histórico
A derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial (1914-18) e a humilhação que foi submetida pelo Tratado de Versalhes, deixou o país à beira da anarquia e da guerra civil. A República proclamada na cidade de Weimar não conseguia acalmar o caos – a miséria e nem controlar os movimentos políticos de esquerda. A República de Weimar vivia ameaçada e sob pressão dos militares e de grupos nacionalistas totalitários, como os nazistas. E em 1929 com a crise que atingiu o mundo inteiro à situação do país só piorou a economia que se recuperava desde 1923. A tensão entre monarquistas conservadores, setores militares e empresariado, facilitou a promoção de Hitler ao cargo de chefe do governo em 30 de abril de 1933.
O filme mostrou como Schindler usava suas habilidades e como enrolou os nazistas salvando várias pessoas das câmaras de gás durante a III Reich, porém Schindler não era oponente ao nazismo tanto que quando a guerra acabou foi perseguido e sua vida se tornou precária.
Spielberg vez este filme extraordinariamente bem fazendo com que o nome de Schindler seja lembrado na história.
Steven Spielberg em 1982, passou ter interesse na Lista de Schindler, quando o livro de Thomas Keneally, Schindler’s Ark (A Arca de Schindler) foi publicado e bem recebida pelos críticos. O que fez Spielberg mergulhar nesse drama não foi apenas à história – os episódios das vidas de personagens reais que pareciam inacreditáveis - mas às evidentes experiências individuais das pessoas, dando um certo apoio emocional ao leitor para as atrocidades que aconteceram no Holocausto.
Começaram a gravar A Lista de Schindler na Cracóvia uma das poucas cidades polonesas que conseguiu resistir à destruição da II Guerra Mundial e que em 1998 foi listada pela UNESCO como uma das maiores cidades históricas do mundo. “Nos tivemos um tremendo set de filmagem com a própria Cracóvia,” explicou o produtor Gerald R. Molen.
As filmagens começaram no dia 01 de março de 1993, uma das mais audaciosas produções já filmadas na Polônia. A equipe de grande quantidade polonesa foi completada por trabalhadores da Inglaterra, Croácia, Áustria, Alemanha, Canadá, Israel e Estados Unidos, incluindo muitos poloneses - americanos.
“É uma maravilhosa peça da história. Nós usamos a cidade de maneiras diversas: as ruas, os prédios e a ambientação.” O produtor.
A produção também usou muitas locações originais, incluindo a velha fábrica de Schindler e o elegante apartamento em que ele viveu durante sua permanência na Cracóvia. Ambos edifícios continuam quase exatamente como eram 50 anos atrás.Também usou muitas locações renomadas na cidade e seus arredores: a Igreja de St. Mary, do século 14, a mais importante da Cracóvia; a Rynek Glowny, uma das maiores e significativas praças da Europa; a estação de trem Krakow Glowny; muitas ruas e edifícios em Stare miastro (Cidade Velha); e a fantástica cidade de Niepolomice, que se passou por Brinnlitz. O cenógrafo Allan Starski também construiu uma réplica do campo de concentração Plaszow, um dos maiores sets já erguidos na Polônia. Os cenários foram construídos usando plantas originais do campo.
O trabalho foi tão intenso e além disso, eles ergueram 34 galpões e sete torres de observação e também recriaram a rua dentro do campo que foi pavimentada com pedras de túmulos de judeus. Starski disse, “Nós construímos Plaszow para ser o mais realista possível. A locação foi construída totalmente, assim Spielberg podia filmar de qualquer ângulo, cada canto.”
A produção também passou dois dias filmando fora das cercas de Auschwitz-Birkenau, onde uma cena marcante dos prisioneiros deixando o trem e entrando no campo foi produzida. O campo que fica na cidade industrial de Oswiecim, o permanece hoje como um memorial dos milhões assassinados pelos nazistas.
Contexto Histórico
A derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial (1914-18) e a humilhação que foi submetida pelo Tratado de Versalhes, deixou o país à beira da anarquia e da guerra civil. A República proclamada na cidade de Weimar não conseguia acalmar o caos – a miséria e nem controlar os movimentos políticos de esquerda. A República de Weimar vivia ameaçada e sob pressão dos militares e de grupos nacionalistas totalitários, como os nazistas. E em 1929 com a crise que atingiu o mundo inteiro à situação do país só piorou a economia que se recuperava desde 1923. A tensão entre monarquistas conservadores, setores militares e empresariado, facilitou a promoção de Hitler ao cargo de chefe do governo em 30 de abril de 1933.
Alguns meses depois, Hitler estabeleceu um Estado totalitário, com um poderoso e obediente aparato paramilitar, destacando organizações como as SA (sessões de assalto), e as SS (sessões de segurança), além da Gestapo, a intimidante polícia política do nazismo.
Caracterizado pelo monopartidarismo, anticomunismo, antiliberalismo e um grande nacionalismo, o nazismo alemão também mostrou-se racista anti-semita, que defendia o "direito" das raças superiores dominarem as supostas raças inferiores. Identificado com o movimento comunista internacional ou com o liberalismo responsável pela grande depressão de 1929, o judeu passou a ser considerado o grande mal que assombrava a Alemanha.
Friamente perseguidos e excluídos de muitas coisas públicas, a partir de 1935 com as leis de Nuremberg, os judeus passavam à condição de cidadãos de segunda categoria, perdendo direitos civis como o direito de casarem-se com "arianos puros". Em 1938 as ações anti-semitas cresciam exageradamente. Violências físicas, humilhação de crianças em salas-de-aula, destruição de sinagogas, casas, e até o uso de sinais identificadores (normal de cada cultura), já faziam parte do cotidiano da Alemanha de Hitler. E além disso o racismo germânico, também aumentou seus crimes sobre outros povos como eslavos e ciganos, além das perseguições a homossexuais e deficientes físicos.
A propaganda nazista controlada por Goebbels, estava de “olho bem aberto” até mesmo para qualquer tipo de cultura como: para a literatura, o cinema e principalmente a meios de comunicação como o rádio e a imprensa, como podemos percebe neste trecho extraído do jornal nazista Das Scwarze Korps .
"O que isto significa? Significa não somente a eliminação dos judeus da economia alemã -- eliminação que eles bem merecem por seus homicídios e pela excitação à guerra e aos assassinatos. Significa muito mais! Não podemos aceitar que um alemão viva sob o mesmo teto que um judeu, raça de assassinos, criminosos, inimigos mortais do povo alemão. Em conseqüência, os judeus devem ser caçados em nossas casas,em nossos quartéis, e devem ser alojados em ruas e casas onde vivam entre si, com o menor contato possível com os alemães. É necessário estigmatizá-los e proibi-los de possuir imóveis na Alemanha, pois é inconcebível que um alemão dependa de um proprietário judeu que ele alimenta pelo trabalho de suas mãos (â?¦). Nós nos encontraremos em face da dura necessidade de exterminar os guetos de judeus da mesma que temos o hábito de exterminar os criminosos no nosso Estado: pelo fogo e pelo gládio. O resultado será a desaparição efetiva e definitiva do judaísmo na Alemanha, sua destruição total."
Apesar desse texto ter sido publicado em 1938, o pior aconteceu na Segunda Guerra Mundial (1939-45), quando tem início a verdadeira atrocidade (a "solução final"), que matou cerca de 6 milhões de judeus espalhados pelos vários campos de extermínio nos países europeus dominados pelo III Reich


8 respostas:
O tema relatado no texto é bom e está muito bem feito, mas tente tornar os textos compactos para que fiquem mais convidativos à leitura, OK?!
Posso falr de novo? Adorei o nome do blog! Tem haver com a Pitty? xD
No mais, gostei muito do seu blog! Se quiser ver o meu, não faça serimônia. A casa (o blog ^^) é seu... ;D
Obrigada por ter visitado meu blog.
Seu blog está muito bom, relato bem feito, colocações pertinentes.
Parabéns.
Hum..
blog legal..
o texto parece ter fikdo mtu interessante.. pra qm gosta de texto grande..
eu fikei com uma certa preguicinha de ler + li +- e eh um tema à ser discutido!
bju!
passa no meu
http://milkshakedeestrelinha.blogspot.com/
Ei Marisa, passei aqui para agradecer aos elogios que fez de meu trabalho na Subversos, já que não sabia em que outro lugar agradecer ... Aproveitei e dei uma olhada em seu blog e gostei muito dos textos, (com exceção da entrevista do Ziraldo com quem não simpatizo muito, haha) mas achei o blog muito informativo e interessante, continue assim !
Esse filme é brilhante... sem contar a época... segunda guerra mundial é um tema que muito me agrada, embora um período de dor... mas uma época de muitas inovações.
Grande abraço
http://ccdodia.blogspot.com/
Olá Marisa, como vai?
Agradecemos seu contato, comentários e sinceridade quanto ao nosso trabalho.
Estamos sempre desejando evoluir e é importante ouvir as opiniões dos leitores.
Desejamos que as próximas edições lhe agradem.
Abraços!
Litsa de Schindler foi um dos melhores filmes que já assisti . sem sombra de duvidas, muito bom, muito bom mesmo.!
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