Autora: Lílian M. F. de Lima Perosa
Esta história aconteceu durante o regime militar, época de muitas censuras, perseguições, expatriações, torturas e mortes.
Vladimir Herzog era diretor de jornalismo da TV Cultura de São Paulo. E por ser comunista, foi intimado (em 1975) e logo se apresentou no DOI-CODI. Após muitas torturas é dado como morto - pela nota oficial divulgada pelo II Exército ele teria cometido suicídio por enforcamento. Você acreditaria nisso? Mas claro que não foi! Os indícios mostravam claramente que aquele suposto enforcamento não seria possível, e mesmo se fosse, tamanha pressão vai contra os direitos humanos.
O mais interessante neste livro é que a autora trabalhou examinando a ação da imprensa – d’O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Folha de S. Paulo e Folha da Tarde – e mostra como apesar de um mesmo caso, a história pode ser mostrada de muitas maneiras, usando mitos, artimanhas para mostra apenas o que lhe convém.
Em cada capítulo é mostrado como o Caso Herzog foi passado por cada veiculo do início ao fim com o que foi dito e o omitido.
Vladimir Herzog era diretor de jornalismo da TV Cultura de São Paulo. E por ser comunista, foi intimado (em 1975) e logo se apresentou no DOI-CODI. Após muitas torturas é dado como morto - pela nota oficial divulgada pelo II Exército ele teria cometido suicídio por enforcamento. Você acreditaria nisso? Mas claro que não foi! Os indícios mostravam claramente que aquele suposto enforcamento não seria possível, e mesmo se fosse, tamanha pressão vai contra os direitos humanos.
O mais interessante neste livro é que a autora trabalhou examinando a ação da imprensa – d’O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, Folha de S. Paulo e Folha da Tarde – e mostra como apesar de um mesmo caso, a história pode ser mostrada de muitas maneiras, usando mitos, artimanhas para mostra apenas o que lhe convém.
Em cada capítulo é mostrado como o Caso Herzog foi passado por cada veiculo do início ao fim com o que foi dito e o omitido.
“Esta é a história. Um jogo da vida e da morte prossegue no calmo desdobramento
de um relato, ressurgência e denegação da origem, desvelamento de um passado
morto e resultado de uma prática
presente.
Ela reitera um regime diferente, os mitos que se constroem sobre um assassinato
ou uma morte originária, e que fazem da linguagem o vestígio sempre remanescente
quanto de
esquecer.”
Michel de Certeau (A Escrita da História)


3 respostas:
Tema do livro bastante interessante, concerteza quero ler!
xD aksoapoa, obg por ter comentado no meu humilde BLOG akopsa,
peço que continue visitando pois eu tbm continuarei passando por aqui! ;) ah e como resposta é realmente bastante difícil isso de namoro principalmente quando se trata de homens politicamnete incorretos. boa sorte, pq vamos precisar, e quanto ao caso da Maisa , ela é uma capetinha manipuladora! u,u akspokao bjos
Mais um livro interessante sobre a tumultuada época negra da ditadura militar.. é vergonhoso saber q aconteceram crimes como esse aqui no Brasil.
Postar um comentário